Economia

Dólar fecha abaixo de R$ 3,35, no menor valor em 11 meses

Num dia marcado por bons resultados no mercado financeiro, a moeda norte-americana teve forte queda e fechou no menor valor em 11 meses. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (23/6) vendido a R$ 3,344, com queda de R$ 0,033 (-0,98%). A cotação está no menor valor desde 29 de julho do ano passado (R$ 3,329).

Pesquisa do Procon revela variação de até 100% nos itens da cesta básica

O Procon de Paranavaí concluiu nesta quinta-feira (2/6) a pesquisa de preços dos itens da cesta básica. A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 2 de junho pela fiscal Tatiane Dariva Guassu em sete supermercados da cidade, abrangendo itens básicos de variadas marcas.

PIB de Paranavaí cresceu 17%

Dados divulgados recentemente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostram que Paranavaí está em franco desenvolvimento. Em 2012, o município registrou um PIB (Produto Interno Bruto) de R$ 1.488.080.000,00. O mais recente indicador do IBGE, com data de 2013, mostra que Paranavaí aumento seu PIB para R$ 1.741.506.000,00, uma evolução de 17%.

Paranavaí teve relações comerciais com 30 países em abril

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) disponibilizou aos municípios os resultados da Balança Comercial referentes ao mês de abril de 2016. Paranavaí fechou novamente o período com saldo positivo, ou seja, exportou mais do que importou, alcançando um saldo positivo de U$3 milhões.

Vendas do Dia das Mães caem 8,4% e registram pior desempenho desde 2003

As vendas da semana do Dia das Mães (2 a 8 de maio) caíram 8,4% com relação ao ano passado e tiveram o pior desempenho desde o início da série do Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, em 2003. De acordo com balanço divulgado hoje (9/5), na comparação com o mesmo fim de semana de 2015o fim de semana da data (6 a 8 de maio) registrou queda de 9,5% em todo o país.

Fitch volta a rebaixar a nota de crédito do Brasil

A agência de classificação de risco Fitch voltou a rebaixar a nota de crédito do Brasil, desta vez de BB+ para BB. Em dezembro do ano passado, a Fitch reduziu a nota brasileira e o país perdeu o grau de investimento, selo conferido aos países considerados bom pagadores e seguros para investir.

As agências de classificação de risco começaram a rever a nota brasileira em 2015. Este ano o movimento continuou e a Fitch é a terceira a fazer o rebaixamento. Em fevereiro, a Moody's e a Standard& Poor's já haviam reduzido a nota. A Moody's que, na época era a única que ainda não havia retirado o selo de bom pagador, baixou para grau especulativo. A Fitch informou que o Brasil permanece em perspectiva negativa, o que significa que pode haver nova revisão da nota.

Dólar fecha abaixo de R$ 3,50 pela primeira vez em oito meses

Com forte queda nesta segunda-feira (11/4), a moeda norte-americana fechou abaixo de R$ 3,50 pela primeira vez em oito meses. O dólar comercial caiu de R$ 0,102 (-2,83%) e encerrou o dia vendido a R$ 3,495. A cotação está no menor nível desde 21 de agosto do ano passado (R$ 3,46).

Empresários oficializam primeira fábrica de energia fotovoltaica do sul nesta quarta em Paranavaí

A energia fotovoltaica começa a ganhar novos adeptos a cada dia em Paranavaí. Como a cidade é a que possui maior captação de energia solar do Paraná, empresários querem transformar Paranavaí na capital solar do Brasil. No próximo dia 30/3 (quarta-feira), às 9h, na Aciap, um grupo de empresários fará o lançamento oficial da primeira fábrica em Paranavaí.

Taxa de juros no cartão de crédito atinge maior nível em 20 anos

O consumidor que não paga a fatura integral do cartão de crédito vê a dívida aumentar mais de cinco vezes em apenas um ano. Segundo pesquisa divulgada hoje (10/3) pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), em fevereiro, os juros médios no cartão chegaram a 419,6% ao ano, a maior taxa desde outubro de 1995.

Agência Moody's retira grau de investimento do Brasil

A agência de classificação de risco Moody's retirou hoje (24/2) o grau de investimento do Brasil, o que funciona como garantia de que o país não dará calote na dívida pública. Ela rebaixou o Brasil para Ba2, a segunda nota do grau especulativo. Entre as três maiores agências de classificação de risco, a Moody's era a única que ainda não tinha tirado o selo de bom pagador, que estava em Baa3, último nível do grau de investimento.


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