Economia

Dólar fecha a R$ 4,16, maior nível desde a criação do real

Em alta pelo terceiro dia seguido, a moeda norte-americana fechou no maior nível desde a criação do real, em 1994. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (21/1) vendido a R$ 4,166, com alta de R$ 0,061 (1,47%). O recorde anterior tinha sido registrado em 23 de setembro (R$ 4,146).

Energia, alimentos e combustível elevam inflação para 10,67%

Pressionada pela elevação dos preços dos alimentos, combustíveis e energia elétrica, a inflação oficial do país, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), fechou 2015 com alta acumulada de 10,67% - a maior dos últimos 13 anos desde os 12,53% de dezembro de 2002. A inflação do ano passado chega a ser 4,16 pontos percentuais superior ao teto da meta fixada pelo Banco Central para 2015, que foi de 6,5% e 6,17 pontos percentuais acima do centro da meta: de 4,5%. Os dados foram divulgados hoje (8/1), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), juntamente com o resultado do IPCA de dezembro.

Vendas de veículos caem em 2015, diz Fenabrave

As vendas de veículos caíram 21,85% no ano passado, na comparação com o resultado do ano anterior. Em 2015, foram vendidos 3.982.816 unidades contra 5.096.207 em 2014.

Balança comercial tem superávit de US$ 19,6 bilhões em 2015, o maior desde 2011

A balança comercial encerrou 2015 com superávit (exportações maiores que importações) de US$ 19,681 bilhões. O resultado superou previsão do governo, de superávit de US$ 15 bilhões, e é o melhor desde 2011, quando a balança fechou o ano superavitária em US$ 29,7 bilhões.

Brasileiros pagam R$ 2 trilhões de impostos este ano

O Impostômetro, mecanismo criado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) para medir o valor dos tributos [impostos, taxas e contribuições] pagos pelo cidadão brasileiro durante o ano, chegou a R$ 2 trilhões por volta das 11 horas de hoje (30/12). Segundo a associação, esta foi a primeira vez que a ferramenta atingiu essa marca. No ano passado, o Brasil arrecadou R$ 1,95 trilhão.

Governo Central registra em novembro pior déficit da história

O Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) teve em novembro o maior déficit primário da história. As contas da União ficaram negativas em R$ 21,278 bilhões no mês passado, pior resultado para todos os meses desde o início da série histórica, em 1997.

Em Paranavaí, MEIs tiveram crescimento de 24% em relação ao ano passado

Mesmo sem ainda contabilizar o mês de dezembro, Paranavaí já pode comemorar mais uma conquista. Os MEIs (Microempreendedores Individuais) tiveram um desempenho superior ao ano de 2014. O crescimento do ano passado em relação a 2013 já foi significativo de 23%, ou seja, foram criados 466 MEIs. O crescimento de 2015, compreendendo os meses entre janeiro e novembro foi de 24%, sendo 583 novos MEIs.

Fitch rebaixa nota e Brasil perde grau de investimento

A agência de classificação de risco Fitch Ratings retirou o grau de investimento do Brasil, com rebaixamento da nota soberana do país. O grau de investimento é conferido a países considerados bons pagadores e seguros para investir. A nota do Brasil passou de BBB- para BB+.

Mais de 500 empresas foram abertas em 2015 em Paranavaí

Em meio à crise que tem afetado todo o país, Paranavaí pode se considerar uma cidade vitoriosa pelo desenvolveu e os bons resultados que conseguiu atingir neste ano, especialmente no comércio. Em 2015, a cidade já chegou ao saldo positivo de 527 novas empresas abertas, sendo 25 indústrias, 145 estabelecimentos comerciais e 332 empresas prestadoras de serviços. Só no mês de novembro, o saldo positivo é de 41 novos empreendimentos, sendo duas indústrias, 19 estabelecimentos comerciais e 18 prestadores de serviços.

Após três meses de alta, dólar fecha outubro com queda de 2,6%

Depois de três meses consecutivos de alta, a moeda norte-americana cedeu em outubro e fechou em queda. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (30/10) vendido a R$ 3,863, com valorização de R$ 0,009 (0,23%). Apesar da alta de hoje, a divisa encerrou outubro com queda de 2,6%. Em 2015, a cotação acumula alta de 45,3%.


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