Economia

Mais de 500 empresas foram abertas em 2015 em Paranavaí

Em meio à crise que tem afetado todo o país, Paranavaí pode se considerar uma cidade vitoriosa pelo desenvolveu e os bons resultados que conseguiu atingir neste ano, especialmente no comércio. Em 2015, a cidade já chegou ao saldo positivo de 527 novas empresas abertas, sendo 25 indústrias, 145 estabelecimentos comerciais e 332 empresas prestadoras de serviços. Só no mês de novembro, o saldo positivo é de 41 novos empreendimentos, sendo duas indústrias, 19 estabelecimentos comerciais e 18 prestadores de serviços.

Após três meses de alta, dólar fecha outubro com queda de 2,6%

Depois de três meses consecutivos de alta, a moeda norte-americana cedeu em outubro e fechou em queda. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (30/10) vendido a R$ 3,863, com valorização de R$ 0,009 (0,23%). Apesar da alta de hoje, a divisa encerrou outubro com queda de 2,6%. Em 2015, a cotação acumula alta de 45,3%.

Dólar fecha abaixo de R$ 3,80 pela primeira vez em mais de um mês

Em um dia marcado pelo otimismo no mercado externo, a moeda norte-americana fechou abaixo de R$ 3,80, pela primeira vez, em mais de um mês. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (8/10) vendido a R$ 3,793, com queda de R$ 0,084 (-2,17%). A cotação está no menor nível desde 3 de setembro (R$ 3,76).

Depois de ultrapassar R$ 4,20, dólar cai e fecha abaixo de R$ 4

Em um dia de forte volatilidade, em que chegou a superar R$ 4,20, a moeda norte-americana caiu e voltou a ficar abaixo de R$ 4. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (24/9) com queda de R$ 0,155 (3,73%), vendido a R$ 3,99.

Dólar fecha acima de R$ 4 pela primeira vez na história

Em um dia de turbulência no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou acima de R$ 4 pela primeira vez desde a criação do real. O dólar comercial subiu R$ 0,073 (1,83%) e encerrou esta terça-feira (22/9) vendido a R$ 4,054. O recorde anterior correspondia a 10 de outubro de 2002, quando a cotação tinha fechado em R$ 3,99.

Dólar volta a subir e se aproxima de R$ 4, mesmo com intervenção do BC

Apesar da intervenção do Banco Central, a moeda norte-americana voltou a fechar em alta ontem (21/9), aproximando-se de R$ 4. O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 3,981, com alta de R$ 0,023 (0,57%). A moeda fechou no segundo maior nível desde a criação do real, perdendo apenas para o valor do fechamento de 10 de outubro de 2003 (R$ 3,99).

Dólar fecha na segunda maior cotação desde criação do real

Em um dia turbulento no mercado financeiro, o dólar fechou na segunda maior cotação desde a criação do real, em 1994. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (18/9) vendido a R$ 3,958, com alta de R$ 0,076 (1,96%). A cotação só perde para 10 de outubro de 2002, quando a moeda norte-americana tinha fechado em R$ 3,99.

Dólar atinge o maior valor em 13 anos

Apesar da decisão do Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, de manter as taxas de juros nos Estados Unidos, o dólar subiu nesta quinta-feira (17/9) no Brasil e fechou no maior valor em 13 anos. O dólar comercial subiu R$ 0,048 (1,25%) e encerrou o dia vendido a R$ 3,882, o preço mais alto desde 23 de outubro de 2002 (R$ 3,915).

Programa Cidade Empreendedora trouxe resultados rápidos em Paranavaí

Membros do Comitê Gestor de Paranavaí participaram de uma reunião esta semana para verificar os resultados alcançados durante os 11 meses de trabalho com o Programa Cidade Empreendedora, que institucionalizou no município o Estatuto Nacional da Microempresa e Empresa de Pequeno Porte, também conhecido como Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. Segundo o consultor do SEBRAE, José Alberto Salvadori, Paranavaí apresentou resultados positivos mais rápido do que outras cidades onde o programa acontece.

Standard&Poor's rebaixa nota de crédito e Brasil perde grau de investimento

A agência de classificação de riscos Standard & Poor's informou hoje (9/9) que reduziu a nota de crédito do Brasil de BB+ para BBB-, com perspectiva negativa, o que significa que há chance de nova revisão para baixo no futuro. Com a redução, o Brasil perde o grau de investimento, conferido a países considerados bons pagadores e seguros para investir.


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