Economia

Havan chega a Paranavaí investindo R$ 25 milhões

Havan inicia o cronograma de inaugurações com a abertura da filial de Paranavaí, no dia 9 de março, às 10h. A Havan comemora os excelentes resultados obtidos em 2018, pois as 120 lojas juntas somaram um faturamento superior a R$ 7 bilhões. Este valor representa um crescimento de 40% nas vendas do grupo. A meta para 2019 é de atingir um faturamento de mais de R$ 10 bilhões e abrir mais de 20 lojas. Com isso, a empresa passará de 16 mil colaboradores para mais de 20 mil. “Esse é o Brasil que queremos, com a geração de empregos e o crescimento da economia”, declara o dono da Havan, Luciano Hang. A unidade de Paranavaí terá sete mil metros quadrados e está sendo construída na Avenida Deputado Heitor Alencar Furtado. A loja recebeu R$ 25 milhões de investimento e gerou 150 empregos na cidade.

Bancos zeram tarifas para investimentos

A concorrência com corretoras independentes tem feito grandes bancos zerarem as taxas cobradas dos clientes para investimentos no Tesouro Direto. A última grande instituição a reduzir os juros para investir em Tesouro Direto, Renda Fixa e Previdência foi o Banco do Brasil, que fez o anúncio hoje (20/9).

Havan oficializa construção de megaloja em Paranavaí

Paranavaí vive há anos a expectativa da vinda de uma megaloja à cidade. Nesta terça-feira (24/7), a instalação de uma placa “breve aqui” da Havan deixou a população em euforia e confirmou o que muitos esperavam. Nos próximos meses, Paranavaí terá um novo empreendimento de qualidade e que deve gerar aproximadamente 100 empregos imediatos.

Fitch rebaixa nota de crédito do Brasil

A agência de classificação de risco Fitch Ratings rebaixou a nota de crédito da dívida soberana do Brasil para -BB com perspectiva estável. A nota anterior era BB com perspectiva negativa. Com o rebaixamento, o Brasil se mantém entre os países que não têm o selo de bom pagador.

Segundo a agência de classificação de risco, o rebaixamento deu-se em razão dos grandes e persistentes déficits fiscais e pelo peso da dívida do governo, que segue crescente, além de falta reformas que melhorem o desempenho estrutural das finanças públicas.

Empresas de Paranavaí participaram de missão na Argentina

Duas empresas de Paranavaí participaram na semana passada de uma missão empresarial na Argentina. A comitiva da missão foi até o país vizinho apostando no crescimento econômico e na possibilidade de que a Argentina se torne um destino para exportação de produtos brasileiros, especialmente no ramo de alimentos.

IPCA tem deflação de 0,23% em junho, a primeira variação negativa em 11 anos

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, fechou o mês de junho com resultado negativo (deflação) de 0,23%, o primeiro registrado em 11 anos. Em maio, o índice havia ficado em 0,31%.

Balança comercial tem maior desempenho em abril desde 1989

A balança comercial brasileira teve superávit de US$ 6,969 bilhões em abril. Trata-se do melhor resultado para o mês desde o início da série histórica do governo, em 1989. O saldo positivo supera o recorde de abril de 2016, quando a balança ficou positiva em US$ 4,862 bilhões.

Moody’s melhora perspectiva do país de negativa para estável

A agência de classificação de risco Moody’s manteve o Brasil dois níveis abaixo do grau de investimento, mas melhorou de negativa para estável a perspectiva negativa para a nota do país, o que significa que a classificação da dívida pública brasileira não corre mais o risco de ser rebaixada a qualquer momento.

PIB fecha 2016 com queda de 3,6%

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, fechou 2016 com queda de 3,6%.

Em 2015, a economia brasileira já tinha recuado 3,8%. Segundo dados divulgados hoje (7/3), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB de 2016 ficou em R$ 6,3 trilhões. De acordo com o IBGE, os números do PIB de 2015 e 2016 representam a maior recessão desde 1947.

Inflação oficial fecha 2016 em 6,29%, abaixo do teto da meta, diz IBGE

A inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou 2016 com variação acumulada de 6,29%, abaixo do teto da meta fixada pelo Banco Central – que variava entre 4,5% e 6,5%.

A constatação é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou hoje (11/1), no Rio de Janeiro, o IPCA de dezembro, que subiu 0,3%, o mais baixo para o mês desde a taxa de 0,28% de 2008.


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