Economia

Bolsa sobe 7,5%, e dólar cai para R$ 5,03 em dia de trégua

Em meio ao anúncio de medidas emergenciais no Brasil e no exterior, o mercado financeiro teve o segundo dia seguido de trégua. A bolsa de valores, que ontem (24/3) subiu 9,66%, saltou 7,5% hoje (25/3) e voltou a superar os 70 mil pontos. O dólar, que ontem tinha fechado em R$ 5,08, fechou em R$ 5,03.

O índice Ibovespa, da B3, a Bolsa de Valores brasileira, fechou esta quarta-feira aos 74.956 pontos. O índice, que alcançou o maior nível em 12 dias, chegou a operar com alta de quase 10% durante a tarde, mas desacelerou nas horas finais de negociação.

Bolsa sobe quase 10%, e dólar cai para R$ 5,08 em dia de recuperação

Em meio ao anúncio de medidas emergenciais no Brasil e no exterior, o mercado financeiro teve um dia de trégua. A bolsa de valores, que ontem (23/3) caiu 5,22%, subiu quase 10% hoje (24/3). O dólar, que ontem tinha encostado em R$ 5,14, fechou abaixo de R$ 5,10.

O índice Ibovespa, da B3, a Bolsa de Valores brasileira, fechou esta terça-feira aos 69.729 pontos, com alta de 9,66%. O índice, que alcançou o maior nível em uma semana, operou com alta acima de 10% durante quase toda a sessão, acompanhando as bolsas no exterior.

Bolsa dispara 14% após quinta-feira tensa; dólar passa de R$ 4,80

No fim de uma semana marcada pelo pânico no mercado financeiro global, a bolsa de valores reverteu quase toda a perda registrada ontem (12/3). O dólar, no entanto, voltou a subir e a fechar na maior cotação nominal desde a criação do real.

O índice Ibovespa, da B3, a bolsa de valores brasileira, encerrou esta sexta-feira (13/3) com alta de 13,91%, aos 82.677 pontos. O indicador seguiu a onda das principais bolsas internacionais, que reagiram a estímulos anunciados pelos bancos centrais do Japão e dos Estados Unidos, que injetaram dinheiro para amenizar a crise econômica mundial.

Índice Bovespa despenca 14,78% em sessão com quase 3 circuit breakers

A bolsa paulista teve mais uma sessão de fortes perdas nesta quinta-feira (12/3), tendo acionado o circuit breaker por duas vezes, o que não acontecia desde a crise de 2008. O Ibovespa fechou com o pior desempenho desde 1998, reflexo do clima de pânico nos mercados globais em torno da pandemia de coronavírus.

Bolsa sobe 7,1%, e dólar cai para R$ 4,64 em dia de recuperação

Depois de um dia de perdas históricas e pânico global, a Bolsa de Valores recuperou parte das perdas, e o dólar teve a maior queda diária em seis meses. O dólar comercial encerrou esta terça-feira (10/3) vendido a R$ 4,646, com recuo de R$ 0,08 (-1,69%). Em termos percentuais, foi a maior queda diária desde 4 de setembro do ano passado, quando a divisa tinha caído 1,79%.

Dólar tem primeira queda depois de 12 dias de alta

Pela primeira vez depois de 12 sessões seguidas de alta, o dólar caiu com a ajuda do Banco Central (BC), que interveio no câmbio. Influenciada pelo exterior, a bolsa de valores teve mais uma forte queda e fechou abaixo de 100 mil pontos pela primeira vez desde o fim de agosto.

Dólar encosta em R$ 4,60 e volta a bater recorde em dia tenso

Num dia tenso no mercado financeiro, o dólar subiu e voltou a bater recorde nominal desde a criação do real. Nem a intervenção do Banco Central e as notícias vindas do exterior conseguiram segurar a cotação.

Em alta pela 11ª sessão seguida, o dólar comercial encerrou esta quarta-feira (4/3) vendido a R$ 4,58, com alta de R$ 0,07 (+1,55%). A divisa chegou a operar em queda nos primeiros minutos de negociação, mas disparou a partir das 10h30, até fechar próxima da máxima do dia.

Dólar fecha acima de R$ 4,50 pela primeira vez na história

Em meio ao receio de uma recessão global provocada pelo novo coronavírus, o dólar subiu e voltou a bater recorde nominal desde a criação do real. Nem o corte emergencial dos juros pelo Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, conteve as turbulências no mercado.

Em alta pela décima sessão seguida, o dólar comercial encerrou esta terça-feira (3/3) vendido a R$ 4,511, com alta de R$ 0,024 (+0,53%). A cotação oscilou bastante ao longo da sessão. Por volta das 13h, caiu para R$ 4,45, logo após o Fed anunciar o corte de juros. No entanto, voltou a subir à tarde, até fechar perto da máxima do dia.

Dólar fecha próximo da estabilidade, mas volta a bater recorde

Em meio ao receio de uma recessão global provocada pelo novo coronavírus, o dólar subiu e voltou a bater recorde nominal desde a criação do real. O euro superou a barreira de R$ 5 pela primeira vez, mas recuou no fim do dia. A bolsa, no entanto, continua a recuperar-se e subiu pela segunda sessão seguida.

Em alta pela nona sessão seguida, o dólar comercial encerrou esta segunda-feira (2/3) a R$ 4,487, com alta de R$ 0,006 (+0,13%). A cotação oscilou bastante ao longo da sessão. Na máxima do dia, por volta das 11h50, a cotação chegou a R$ 4,502. A divisa chegou a cair para R$ 4,475 durante boa parte da tarde, mas voltou a superar os R$ 4,48 na última hora de negociação.

Dólar volta a bater recorde, mas bolsa recupera-se e sobe

Em mais um dia marcado pelo receio de uma recessão global provocada pelo novo coronavírus, a instabilidade diminuiu. O dólar voltou a subir e a bater recorde nominal desde a criação do real, mas a bolsa interrompeu a sequência de quedas.

Em alta pela oitava sessão seguida, o dólar comercial encerrou esta sexta-feira (28/2) a R$ 4,481, com alta de R$ 0,006 (+0,13%). A cotação oscilou bastante ao longo da sessão. Na máxima do dia, por volta das 13h, a cotação chegou a R$ 4,513. A divisa desacelerou na hora final de negociação, até fechar próxima da estabilidade.

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